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Polícia - Segurança Pública

 

Segunda-feira, 02 de Dezembro de 2019

Inferno em Paraisópolis é obra da Polícia Militar - vídeo

Reprodução de TV: massacre da PM em Paraisópolis
Reprodução de TV: massacre da PM em Paraisópolis
Foto do Banner: Daniel Arroyo - Mídia Ninja
Reprodução de TV - foto na reportagem
Texto Fábio Lau

O que a PM foi fazer no baile funk de Paraisópolis onde nove pessoas foram pisoteadas e mortas após uso de substância química e o velho cassetete?
Foi convidada?
Havia alguém em perigo?
Precisavam de proteção contra roubo de equipamentos usados no baile?

Não. Mas sabemos o que ela foi fazer. Foi lá buscar vantagens ilícitas, naturalmente.

Os nomes e idades das vítimas de uma ação despropositada e que mais uma vez é defendida pelo comando, via Comunicação, foram estas:

Marcos Paulo Oliveira dos Santos, 16 anos
Bruno Gabriel dos Santos, 22 anos
Eduardo Silva, 21 anos
Denys Henrique Quirino da Silva, 16 anos
Mateus dos Santos Costa, 23 anos
Homem não identificado, de aproximadamente 28 anos
Gustavo Cruz Xavier, 14 anos
Gabriel Rogério de Moraes, 20 anos
Luara Victoria de Oliveira, 18 anos

Isso tudo serA PM não precisa de excludente de ilicitude, como propõe o governo miliciano, mas de agravante de ilicitude.
Se der um metro a mais de liberdade aos PMs eles entrarão na sua casa. E não por você estar em delito, mas por não estar.
A sociedade precisa de liberdade.
E a PM, que já era para ter sido extinta, é o oposto disso.

Não há função urbana para uma polícia militarizada.
O pretexto do "combate ao crime organizado", está provado e comprovado, é inexistente.
O que sabemos é que ela atua como agente intermediário para a garantia desta política. Mata quem vende na favela para preservar quem fornece.
E para tanto ajuda a aquecer a indústria cara e ineficaz.

Quem defende esta política é cúmplice ou burro.

Após as mortes e a reação da população, a PM tentou impedir um fotógrafo de realizar seu trabalho:




Paraisópolis é um bairro com aproximadamente 20 mil moradores onde o salário médio mensal é de dois salários mínimos (aproximadamente R$ 2 mil). Em 2010, a comunidade católica era quase 90% da população, mas hoje acreditá-se que a metade tenha se convertido a grupos evangélicos. Cinco por cento das crianças estão fora das escolas e ainda é elevado o número de crianças mortas no primeiro ano de vida - segundo o último IBGE: 28 para cada cem mil.

 

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