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Polícia - Segurança Pública

 

Quarta-feira, 13 de Março de 2019

Merendeira protegeu pelo menos 50 crianças do massacre de Suzano

Silmara: alunos trancados na cozinha para fugir dos tiros
Silmara: alunos trancados na cozinha para fugir dos tiros


A merendeira Silmara Cristina Silva de Moraes, 54 anos, revelou ter protegido pelo menos 50 crianças que estudavam na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Em seu relato publicado pelo site G1, Silmara conta que trancou as crianças na cozinha enquanto era possível ouvir disparos de armas de fogo no interior do colégio. Os dois responsáveis pelos tiros acabaram cometendo suicídio. Pelo menos 10 pessoas morreram e 15 ficaram feridas.



Para impedir que os criminosos entrassem na cozinha, os funcionários que lá estavam fizeram uma barricada usando geladeira e freezer. A mesa de madeira foi usada como escudo.

"Nós estávamos servindo merenda e aí começou os 'pipoco' e as crianças entraram em pânico. Abrimos a cozinha em começamos a colocar o maior número de crianças dentro e fechamos tudo e pedimos para eles deitarem no chão", conta chorando. "Foi muito desesperador, porque foi muito tiro, muito tiro mesmo e era muito pânico".

Silmara ainda diz que os atiradores pareciam andar por todo lado. "Parecia que procuravam alguém. Iam para lá e para cá atirando muito. Nós não vimos nada. A gente abaixou e ficou escutando o movimento. Isso durou te 10 a 15 minutos mais ou menos", diz.

A merendeira diz que quando já tinha cerca de 50 alunos na cozinha foi preciso trancar a porta. "Porque eles estavam próximos e a cozinha é rodeada de janela. A gente deitou no chão e nós não vimos nada com medo que atirassem. Mas graças a Deus nada aconteceu com quem não estava lá. Eu arrastei a geladeira e o freezer para fazer uma barricada e ficamos atrás. A mesa viramos e fizemos um escudo para proteger as crianças. Ficamos acuados em um canto só, se acontecesse alguma coisa ele ia pegar muita gente", conta.

 

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