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Política - Geral

 

Terça-feira, 20 de Julho de 2021

Dia 24 o Brasil volta às ruas para protestar contra Bolsonaro

Foto Fábio Lau - Manifestantes esperam número ainda maior de ativistas no dia 24
Foto Fábio Lau - Manifestantes esperam número ainda maior de ativistas no dia 24


Este será o quarto encontro de ativistas pela Democracia, pela Ciência e contra a política genocida do governo de Jair Bolsonaro responsável por grande parcela das mais de 540 mil mortes registradas em 1 ano e meio da pandemia. No sábado, dia 24, pelo menos 119 cidades, incluindo as capitais do país, terão novos protestos que se estenderão também a cidades do exterior. Desgastado, mas ajudado agora pela interrupção da CPI que vinha tirando seu sossego, Bolsonaro tenta resistir à insatisfação popular criando fake news. Uma delas é levantando suspeitas sobre as duas últimas eleições presidenciais.



Por Rosely Rocha*

A CUT organiza em conjunto com os movimentos sociais que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo um grande ato pelo 'Fora, Bolsonaro', contra o desemprego e a fome; pelo auxílio de R$ 600; vacina já para todos e todas e contra a reforma Administrativa e as privatizações, nas capitais e nas cidades do interior do país, no próximo dia 24 de julho (sábado).


Os dirigentes CUTistas estão otimistas e acreditam que este ato será o maior dos três já realizados este ano, em 29 de maio, 19 de junho e 3 de julho.

E para fortalecer o ato e obrigar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) a pautar um dos 120 pedidos de impeachment de Bolsonaro, inclusive o superpedido protocolado pela Central, partidos políticos e movimentos sociais, estão sendo organizadas plenárias estaduais com os participantes da campanha 'Fora, Bolsonaro'. O objetivo é, inclusive, ampliar a participação de todos os segmentos que defendem o fim deste governo genocida.

A unidade política dos movimentos sociais e de outros setores da sociedade para que o ato seja o maior registrado até hoje é destacada pelo secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Ariovaldo de Camargo, e pelo diretor da Executiva Nacional da CUT, Milton dos Santos Rezende, o Miltinho. Segundo eles, serão muito bem vindos aqueles que quiserem se juntar a CUT e aos movimentos sociais na ocupação das ruas com a bandeira 'fora, Bolsonaro'.

Tem de ter unidade entre diversos setores, apesar das nossas opiniões diferentes. Neste momento, é preciso abandonar essas diferenças e caminhar no que é convergente, no que nos unifica, que é tirar Bolsonaro do poder

"Quem quer o fim deste governo, o fim das mortes, que traga a sua bandeira para as ruas, independentemente de ideologia", complementa o diretor executivo Miltinho, que explica as razões para o povo ir às ruas.

"Este é um governo que não cuida da saúde, da educação, do emprego e da renda. A cada dia aumenta a fome e a miséria. Não dá mais para suportar. É preciso botar para fora Jair Messias Bolsonaro", pontua o dirigente.

A atual conjuntura dramática, tanto do ponto de vista político quanto do sanitário por causa da pandemia, que deve contabilizar até o próximo mês, 600 mil mortos no país, pelo descaso de um governo negacionista, que demorou a comprar as vacinas, pelas suspeitas de corrupção de integrantes do Ministério da Saúde com o envolvimento de militares; os 14,7% de desempregados; os desalentados e a fome que atinge 25 milhões de brasileiros e brasileiras são mais do que motivos suficientes para o povo pedir 'Fora, Bolsonaro', ressalta Ariovaldo listando algumas das tragédias do desgoverno.

O secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional reforça que é fundamental que os sindicatos CUTistas e os movimentos sociais organizados estejam nas ruas em peso para que o dia 24 supere as expectativas.

Da CUT

 

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