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Política - Geral

 

Sexta-feira, 16 de Março de 2018

Munição que matou Marielle foi usado em chacina em São Paulo

Carro perfurado com bala desviada de arsenal da PF
Carro perfurado com bala desviada de arsenal da PF
Desvio dentro da sede da PF ou ainda na saída da fábrica CBC? A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local onde a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e o motorista Anderson Pedro Gomes foram assassinados.A informação foi divulgada hoje (16) em nota conjunta das polícias Federal e Civil do Rio de Janeiro, logo depois que a Rede Globo veiculou reportagem na qual afirma que a munição usada no crime era de uma pistola calibre 9mm que pertencia a lotes vendidos para a Polícia Federal (PF) de Brasília, em 2006. O lote da munição, UZZ-18, já havia sido usado na maior chacina de São Paulo, em agosto de 2015, na qual 23 pessoas foram mortas.

Na chacina paulistana, os acusados foram três PMs e um Guarda Municipal. Os acusados foram o soldado Fabrício Emmanuel Eleutério, integrante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Victor Cristilder Silva dos Santos, vulgo Boy, da Força Tática, e Thiago Barbosa Henklain, de um batalhão da PM, além de Sergio Manhanhã, do Grupo de Intervenções Táticas Estratégicas (Gite) da Guarda Civil de Barueri, tiveram participação na chacina do dia 13 de agosto que deixou 17 mortos e seis feridos em Osasco e Barueri.

Lote desviado



Segundo a reportagem da TV, perícia da Divisão de Homicídios indica que o lote da munição UZZ-18 é original e, sendo assim, não teria sido recarregada. A reportagem também diz que os lotes foram vendidos à PF de Brasília pela empresa CBC no dia 29 de dezembro de 2006, com as notas fiscais número 220-821 e 220-822.

A nota conjunta das polícias informa que o inquérito da PF se soma à investigação conduzida pela Polícia Civil. As duas corporações reiteraram "o compromisso de trabalhar em conjunto para a elucidação de todos os fatos envolvendo os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, ocorrido na noite da última quarta-feira, no Rio de Janeiro".

A vereadora do PSOL Marielle Franco foi assassinada com quatro tiros na cabeça, quando ia para casa no bairro da Tijuca. A parlamentar viajava no banco de trás do carro conduzido por Anderson Gomes, quando criminosos emparelharam com o carro da vítima e atiraram nove vezes. Anderson também morreu no ataque.

Com informações da Agência Brasil

 

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