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Segunda-feira, 03 de Maio de 2021

PT cobra investigação do assassinato de professor ativista LGBT no Paraná

Foto reprodução - Lindolfo Kosmaski
Foto reprodução - Lindolfo Kosmaski


Ativista da causa LGBT e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o professor Lindolfo Kosmaski, 25 anos, foi assassinado. Seu corpo, carbonizado, foi encontrado na noite de sábado, dia Primeiro de Maio, no município de São João do Triunfo, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Amigos e ativistas da causa acreditam que ele tenha sido vítima de homofobia. Em nota divulgada no site do partido, o PT pede que as autoridades paranaenses investiguem o caso do professor para conter a onda crescente de homofobia em todo o país.

Kosmaski tinha 25 anos e foi candidato a vereador de São João do Triunfo em 2020, pelo PT, quando obteve 65 votos - o mais votado da cidade mereceu 446 votos. Ativo nas atividades do movimento, principalmente do Coletivo LGBT Sem Terra e das Jornadas da Agroecologia, o militante frequentava o assentamento Contestado, na Lapa, também no Paraná, onde participou da turma em Licenciatura em Educação no Campo na Escola Latino Americana de Agroecologia (ELAA).

Atualmente, o militante era professor da rede estadual do Paraná e estava cursando o mestrado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), no programa Educação em Ciências e em Matemática.

Em nota, o movimento lamentou a morte de Kosmaski. "Neste momento de dor, o MST estende toda solidariedade à família, amigos e exige que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os culpados desse crime hediondo."

Ainda no documento, o movimento afirma que exigirá justiça e punição aos assassinos do jovem. "O MST destaca o seu compromisso de lutar por uma sociedade sem LGBTfobia e na construção de um mundo onde a vida e todas as formas de ser e amar sejam garantidas plenamente. O Sangue LGBT também é sangue Sem Terra."

"Neste momento de dor, prestamos toda a solidariedade à família, amigos e esperamos que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os responsáveis por esse crime hediondo", diz um trecho da nota.

Leia aqui a nota na íntegra:

Leia a íntegra da nota:

O Partido dos Trabalhadores manifesta seu profundo pesar pela morte do jovem companheiro paranaense Lindolfo Kosmaski.

Lindolfo era uma liderança jovem de seu município, ativista LGBT e do MST, também foi candidato a vereador pelo PT em 2020 e com uma trajetória inspiradora de luta e coragem. Querido em sua comunidade era educador e envolvido com as lutas do campo.

Teve sua vida ceifada de maneira bárbara, sendo que seu corpo foi encontrado na noite do último sábado, no município de São João do Triunfo, no Paraná. Indícios apontam que se trata de um crime de ódio motivado por sua orientação sexual.

Neste momento de dor, prestamos toda a solidariedade à família, amigos e esperamos que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os responsáveis por esse crime hediondo.

LGBTfobia é crime e interrompe trajetórias como a de Lindolfo, em uma sociedade democrática e de direito não há espaço para barbárie, ódio e intolerância.

#JustiçaParaLindolfo

#LGBTfobiaMata

Gleisi Hoffmann, deputada federal (PR) e presidenta do Partido dos Trabalhadores

Janaína Oliveira, secretária Nacional LGBT do Partido dos Trabalhadores

 

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