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Política - Geral

 

Terça-feira, 06 de Outubro de 2020

União da esquerda no Rio, SP e RS começa a ganhar apoio

Lindbergh: união da esquerda
Lindbergh: união da esquerda
Por Fábio Lau

Uma aliança em torno dos principais nomes de esquerda que disputam as prefeituras do Rio, São Paulo e Porto Alegre. O sonho de uma parcela pragmática da esquerda, que entende que só a união poderá derrotar o fascismo e 2022, começa a ganhar apoio entre lideranças partidárias. O caso mais recente partiu do candidato a vereador pelo PT do Rio, Lindbergh Faria. Para ele, é importante "conversar e analisar quem tem condições de ir para um segundo turno".



Antes de Lindbergh, o deputado federal e principal liderança do PSOL, Marcelo Freixo, também tentou a unidade em torno do próprio nome para disputar a Prefeitura do Rio. Mas a falta de apoio e a busca por candidaturas isoladas o fizeram desistir. A mesma divisão ocorreu em São Paulo e também determinou a saída de Fernando Haddad da disputa: "deveriam ter colocado as caras", disse Lindbergh.

No Sul, a candidata do PCdoB, Manuela D'Ávila, lidera as pesquisas com 24% das intenções de voto. Ela é seguida por três candidaturas de direita (José Fortunati, Sebastião Melo e Nelson Marchezan Filho - este, o atual prefeito) que somam 34 pontos. Caso Manu recebesse o apoio de outras duas candidaturas de esquerda (Juliana Brizola e Fernanda Melchionna, do PDT e PSOL), alcançaria 32% dos votos.

Em São Paulo, onde a direita tem sido protagonista há décadas, com raras interrupções, Boulos (PSOL) aparece com 8% das intenções de votos. Os demais candidatos da esquerda, representantes do PSTU, PCO, PT e PCdoB, somados, chegam a 5%. O apoio ao candidato psolista poderia ajudar a alavancar sua campanha. O dirigente do MTST foi quem mais cresceu em apoio nas redes sociais nos últimos dias.

No Rio a situação não é muito diferente. Com um baixo índice de rejeição, Benedita tem um potencial de crescimento capaz de colocá-la no segundo turno. Para isso, porém, seria importante que PSOL, com Renata Souza, e Ciro Garcia, do PSTU, abrissem mão das respectivas candidaturas. Teoricamente Benedita chegaria aos 13% das intenções de voto e estaria próxima de alcançar o segundo turno.

 

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